domingo, 18 de dezembro de 2011

Professor Atraente

Conhece e gosta dos alunos – os adolescentes apreciam uma boa conversa. A comunicação com colegas de sua idade é algo fundamental para torná-los preparados para participar e aprender. O professor atraente conhece seus alunos e chama-os pelos nomes. Sabe as necessidades deles e procura conversar e dar atenção a cada um, o que é imprescindível no processo ensino-aprendizagem.

Ele gosta dos alunos como eles são, com as dificuldades, jeito de falar, escrever ou se vestir; convive com as diferenças deles. Esse tipo de postura favorece o diálogo com a classe e possibilita conscientizá-los a mudar de atitudes. Gostar deles é fundamental para envolvê-los nas atividades da aula e obter sucesso pedagógico.

Planeja positivamente aulas
– planejar com prazer as aulas é garantia de que sabe o que vai ensinar. O professor atraente prepara as lições com amor, a fim de conseguir a participação de todos no desenvolvimento das atividades. Ninguém pode ensinar o que não sabe. Por isso a preparação do professor envolve estudo minucioso. Fazer com que todos aprendam deve ser seu permanente objetivo. Assim o professor, além de estudar, busca aperfeiçoar seu trabalho; procura estar sempre atualizado por meio de leituras e pesquisas; tem domínio do conteúdo; sabe ouvir as dúvidas, sugestões e críticas reconhecendo o que há de bom em seus alunos; e busca diversificar e estimular suas aulas, transformando teoria em prática e estabelecendo uma boa liderança como um professor competente. Tudo isso é fundamental para elaborar e desenvolver um planejamento adequado.

Procura surpreender e cativar os alunos – adolescentes gostam de novidades, surpresas e atividades diferentes que tragam algo novo e divertido. O professor atraente procura renovar seus métodos saindo da mesmice e da rotina, trazendo para aula uma nova dinâmica, uma pesquisa, um joguinho bíblico ou um simples objeto que tenha relação com a aula ou apenas um cartãozinho de boas vindas ou agradecimento pela presença naquele domingo. Dessa forma, os nossos adolescentes ficam ansiosos para voltar na próxima aula e participar das atividades com prazer e vontade de aprender. Assim, como todo bom educador, os professores de adolescentes da Escola Dominical precisam sempre surpreender e cativar seus alunos.

Utiliza recursos didáticos
– O professor atraente utiliza vários recursos que podem ir de uma simples conversa ao uso diversificado da tecnologia para ilustrar sua aula, como vídeos, CD, DVD, pesquisas na internet, livros, revistas, jornais, fotos, figuras, etc. São pequenas técnicas de um professor criativo que desenvolvem no aluno o gosto de aprender e têm um valor extraordinário no processo de ensino. Para que eles aprendam, o mais importante não é utilizar grandes e sofisticados recursos, mas desenvolver atitudes de comunicação. Esses detalhes, às vezes, interferem grandemente na participação da turma e no alcance dos objetivos da aula. Adolescentes gostam de ler, pesquisar, falar, escrever, responder, discutir e argumentar. Portanto, o professor precisa trabalhar as aptidões que eles já têm e abrir oportunidades para que desenvolvam outras habilidades necessárias à vida cristã. Ajudá-los a adquirir bons hábitos e boas atitudes nessa fase é fundamental para o crescimento espiritual e a aprendizagem da Palavra de Deus. Usando o equilíbrio entre planejamento flexível, criatividade e organização, o professor terá como adaptar cada situação, aceitando os imprevistos e gerenciando o inesperado, se por acaso surgir.

Avalia para ensinar melhor – O professor atraente leva os adolescentes a aprender percebendo o próprio desenvolvimento, um processo que pode ser feito pela avaliação coletiva e a autoavaliação. Professor e aluno juntos, numa parceria de respeito e mútua ajuda, obtêm melhores resultados na aprendizagem. Jamais poderemos melhorar o processo de ensino da Palavra de Deus na Escola Dominical se não descobrir em que aspecto estamos falhando mais. E isso é feito na autoavaliação do desempenho do educador: suas atitudes em classe, a maneira de falar, o relacionamento com os adolescentes, as atividades desenvolvidas e a avaliação no final de cada aula e trimestre. É aqui que o professor descobre que não é o “senhor sabe-tudo”, mas é aquele que, com esforços, busca conhecimentos, aprende e se prepara para ensinar. É criando estratégias diversificas de avaliação para vários momentos da aula que o professor consegue melhorar o ensino.

Querido professor, refletir sobre a atitude e o desempenho de sua função no magistério cristão só lhe trará o bem. Não é em vão que os nossos mais renomados mestres sempre estão lendo e nos sugerindo bons livros nesta área que podem aprimorar nossos conhecimentos e nos capacitar cada vez mais para esse ofício tão árduo. Em que perfil você se encaixa: Professor Repelente ou Professor Atraente? Você sabe que ensinar para adolescentes na Escola Dominical é uma tarefa que requer compromisso e responsabilidade.

É tempo de analisar o que você está fazendo e como está conduzindo para o Céu os adolescentes sob sua responsabilidade. Saber como está contribuindo para que eles se tornem jovens convictos da salvação em Cristo Jesus é tarefa altamente gratificante. A maior recompensa desse trabalho é descobrir no futuro que nossos alunos tornaram-se grandes homens e mulheres usados por Deus, com uma vida cristã equilibrada, verdadeiros cristãos e mestres na Palavra de Deus. Isso é muito compensador!

Professor Repelente

Professor repelente

Não gosta dos alunos
– o professor repelente não demonstra interesse em conhecer o seu aluno, não permitindo aproximação. Parece não apreciar as atitudes e maneiras de ser dos adolescentes. Não permite diálogo com a classe e mostra-se sempre distante deles, assumindo uma atitude crítica, não proporcionando a oportunidade de ajudá-los a ter desejo e gosto pelo aprendizado. Um professor com essas características não consegue cativar a classe e acaba imprimindo nos seus alunos muito desinteresse para as próximas aulas.

Vive desatualizado – ele é descomprometido com a atualidade. Não lê jornais, revistas ou livros atuais; não busca novas notícias e não proporciona oportunidade de discutir com os alunos sobre os acontecimentos de sua época.

Além disso, vive sem noção do tempo, espaço e informações. Agir assim é demonstrar-se incapaz de ensinar, é permanecer despreparado para desenvolver qualquer habilidade na área do ensino da Palavra de Deus. Afinal, ele não estuda a própria Bíblia.

Permite indisciplina – sua maneira de ser gera alunos indisciplinados, pois o próprio professor contribui para isso. Ele acaba transformando sua autoridade e domínio de conteúdo e classe em desorganização e desrespeito. A indisciplina deixa a aula sem objetivos e propósitos, reduzindo as chances de o aluno aprender e atrapalhando o processo ensino-aprendizagem. Quando tolera a indisciplina em sua aula, o professor incentiva o desrespeito e estraga o relacionamento professor/aluno, levando também à desorganização das etapas do planejamento e do desenvolvimento das atividades necessárias àquela aula.

Não planeja aulas – o professor que não se prepara para dar aula está desrespeitando seus alunos. E podemos considerá-lo sem vocação para tal ofício. Sem o preparo adequado da aula semanal, é impossível haver ensino e, consequentemente, aprendizagem e mudança de vida e comportamento, o que deveria ser o alvo de todo professor de ensino das Escrituras. Essa maneira de ser do docente deixa o adolescente sem vontade de voltar na próxima aula.

Não utiliza recursos didáticos – trabalhar com adolescentes exige obrigatoriamente o uso de recursos didáticos. Os jovens gostam de criatividade, surpresa, movimento e dinamismo. Já o professor repelente não sabe motivar sua classe de Escola Dominical, pois geralmente não apresenta nenhuma novidade. Ele não usa dinâmicas ou qualquer atrativo para mudar o estilo de sua monótona aula. Na maioria dos domingos, apenas lê a lição, tornando a aula muito cansativa. Um professor assim, sem estratégias e recursos, deixa seus alunos apáticos e dispersos durante a aula.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Uma aliança nefasta gerando a destruição de uma família






“Então, disse a Josafá: Irás tu comigo à peleja a Ramote Gileade? E disse Josafá ao rei de Israel: Serei como tu és, e o meu povo com o teu povo, e os meus cavalos com os teus cavalos.” 1 Rs 22.4
Depois do reinado de Salomão a nação judaica dividiu-se em dois reinos: o do Norte, com capital em Samaria e conhecido como Reino de Israel; e o do Sul, com capital em Jerusalém e conhecido como Reino de Judá. Embora tivessem a mesma origem, um antagonismo espiritual se estabeleceu entre eles no que diz respeito ao governo de ambos. Todos os reis do Reino de Israel foram ímpios, enquanto que no Reino de Judá surgiram algumas ilhas de moralidade e temor a Deus (como Asa, Josafá, Uzias, Jotão, Ezequias, Josias,...) que levaram o povo ao quebrantamento diante do Todo-Poderoso.
Acabe liderava no Reino do Norte enquanto Josafá governava o Reino do Sul. Acabe era extremamente ímpio e, como se não bastasse, ele tinha por mulher a tenebrosa Jezabel. Por outro lado Josafá era um bom rei e temente ao Senhor 2 Cr 17.1-19; contudo, tinha uma fraqueza terrível – seu caráter era vacilante quando se tratava de alianças. Ele não “peneirava” as suas amizades. Por conta disto, duas vezes foi advertido pelo Senhor. Na primeira o profeta Jeú, após a fatídica aliança do texto acima, lhe disse: “Devias tu ajudar ao ímpio e amar aqueles que ao Senhor aborrecem? Por isso, virá sobre ti grande ira da parte do Senhor” 2 Cr 19.2. Na segunda, após aliar-se com Acazias, filho de Acabe, Deus usou Eliezer para repreendê-lo, dizendo: “Visto que te aliaste com Acazias, o Senhor despedaçou as tuas obras...” 2 Cr 20.37.
O texto em epígrafe relata a aliança firmada entre Acabe e Josafá. Observe que essa aliança envolvia cooperação bélica dos dois Reinos contra os sírios em Ramote-Gileade, 1 Rs 22.1-3. Esse acordo revelou-se trágico: Os reis perderam a batalha e Acabe foi morto, como previra o profeta Micaías, 1 Rs 22.17-28.
Apesar da tragédia desta aliança bélica, pior foram os desdobramentos da aliança para a família de Josafá. Isto porque ele envolveu-se tanto com Acabe que seus filhos aprenderam o caminho da impiedade. O texto sagrado nos revela que Jeorão, filho de Josafá, o substituiu no trono, após a morte de seu pai. Sua primeira providência, depois da consolidação do Reino em suas mãos, foi assassinar todos os seus irmãos, 2 Cr 21.1-5 porque ele “andou nos caminhos dos reis de Israel, Israel como fazia a casa de Acabe; porque tinha a filha de Acabe por mulher e fazia o que era mau aos olhos do Senhor”, 2 Cr 21.6. Na verdade, ele assim agiu porque não queria concorrentes ao trono. Mais tarde, quando morreu, “foi-se sem deixar de si saudades”, 2 Cr 21.20.
Acazias, filho de Jeorão, portanto neto de Josafá, ao suceder seu pai no trono,  “também andou nos caminhos da casa de Acabe, porque sua mãe era sua conselheira, para proceder impiamente” 2 Cr 22.3. Quando, mais tarde, Acazias foi executado por Jeú, 2 Cr 22.8, sua mãe – Atália “levantou-se e destruiu toda a semente da casa real de Judá”, 2 Cr 22.10. Note bem, ela matou seus netos e bisnetos de Josafá;  isto porque ela queria o trono e não aceitava a concorrência com seus próprios netos. Que tragédia!
Onde essa história de chacinas, dentro de uma família, iniciou-se? Resposta: Na nefasta aliança entre Josafá e Acabe. O que Josafá certamente não sabia era que, com aquela aliança, ele estava comprometendo o futuro moral, espiritual e eterno de sua família e das gerações que dele descenderiam (filhos, netos e bisnetos), que foram assassinados.
  Diante disto pense consigo mesmo: Qual é a herança espiritual, moral e eterna que você está deixando para a posteridade que se seguirá a ti? Já fizeste aliança eterna com Jesus Cristo, o Salvador da humanidade, que pode te livrar das nefastas alianças propostas pelos inimigos de Deus?
Deus te abençoe e guarde a tua família de alianças erradas

sábado, 27 de agosto de 2011

Josué 3:7

  Então disse o Senhor a Josué: Hoje começarei a engrandecer- te perante os olhos de todo o Israel, para que saibam que, assim como fui com Moisés, serei contigo. 


Essa é a promessa para quem confia no Senhor e busca fazer sua vontade.
Deus é simples quem complica tudo somos com as nossas teorias ,definições e achismo.Devemos viver na certeza que nada pode impedir o agir de Deus em nossa vida. 
mas eu pergunto :
_O que estamos fazendo com essa potencia toda que temos em nossas mãos ? 

Somos mais que vencedores , temos uma reino a nossa espera e muitas vezes ficamos quietos  guardando tudo isso só pra nós .
Vamos dividir com todos o que Jesus nos entregou e vamos ser felizes junto com o nosso próximo.
O mesmo Deus que age em sua vida ele pode agir na vida de uma pessoa que já perdeu a expectativa de viver e ainda te honrar diante de todos para que saibam que é o Deus que você serve.
Fale de Jesus noite e dia 
Leia a Palavra de Deus dia e noite.



quinta-feira, 25 de agosto de 2011

TUDO COMEÇA NO AMOR

Nota-se uma grande confusão entre nosso povo a respeito do tema: AMOR. Muito se fala, se escreve e se canta sobre o assunto, mas pouco se pratica. O problema está em diferenciar o que é amor sentimento, conhecido como paixão, do que é amor ação, aquele destacado na Bíblia, e que deve ser praticado independentemente do que sentimos. Por exemplo, cada vez mais observo casais pedindo aconselhamento achando que seus casamentos não têm mais como continuar porque, segundo eles, o amor acabou. Eles ficam surpresos quando inicio o aconselhamento com uma pergunta e uma afirmação, dizendo: "O amor acabou? Então é hora de amar!" Na sequência explicam a diferença entre amor paixão e amor e ação. Mostro que paixão é sentimento e, como tal, diminui com o tempo e, se não o alimentarmos, até pode acabar. Mas que o amor ação, o amor que Cristo pregou, é agir de forma boa para com todos, sem levar em conta os possíveis sentimentos negativos que tenhamos contra o outro. Talvez seja bom destacar que o versículo de hoje está em uma lista de leis. Ou seja, é uma ordem de Deus. Ao mesmo tempo em que proíbe a vingança, manda que amemos o nosso próximo. Também é bom relembrar que ele foi citado por Jesus como o segundo maior do mandamentos, em companhia do principal que é o amor incondicional a Deus (Mt 23:34-40) Ainda é bom destacar que, no texto que lemos hoje, Jesus nos deu ordem para amarmos até mesmos os nossos inimigos, ação que vai contra os sentimentos normais. Assim, quando falamos de amar ao próximo como a nós mesmos, falamos em fazer o bem a quem nos cerca, seja quem for, e quais forem nossos sentimentos em relação a eles. Falamos em fazer a eles aquilo que desejamos que eles nos façam. Falamos de uma ordem do Senhor que deve ser cumprida.

Faça ao outro o que você gostaria que lhe fizessem.